sexta-feira, 9 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Qual a TV ideal para minha sala?

A copa ta chegando, as dívidas de Natal estão se acabando e logo as novas TV’s LCD, LED, e etc nos sobem a cabeça. Seria legal comprar uma, não seria? Pois então, qual tamanho você deve comprar? A já sei, vai comprar o maior tamanho que seu salário puder comprar!
Para você não ter que colocar a TV na sala e sentar na cozinha para poder assistir, existe uma regrinha básica bem legal para dimensionar a TV ideal para você.
Então vamos lá, para calcular a distância ideal para a TV que você está comprando, a matemática é simples. Elas devem ficar entre 1,6 e 2,4 vezes o tamanho diagonal da tela.
Matemática não é com você? Vamos para o exemplo.
Quero comprar uma TV de 40”.
Distancia mínima: D= 40 pol x 2,54 pol/cm x 1,6 = 1,62 m
Distancia máxima: D= 40 pol x 2,54pol/cm x 2m4 = 2,43m
Então se a da onde você pretende colocar sua TV dista do encosto do sofá algo entre esses dois valores, a TV de 40 pol. está de bom tamanho.
Mas será que devo comprar uma full HD? Convencional? Não vou jogar dinheiro fora? Para isso, basta olhar no gráfico abaixo. Procure pela distancia disponível em sua sala e pelo tamanho de TV que você quer compra e assim veja a necessidade da resolução da tela.

Como pode reparar, sempre existe mais de um tamanho que atende para a mesma distancia. Agora sim quem manda é o seu bolso.
Continuando com a chuva, vou chover no molhado!
Estou para escrever ao O Globo sobre essa matéria há diversos dias, mas evitei, pois poderia escrevê-la de maneira indecorosa ou arrogante. Mas a cena que vi hoje foi a gota d’água. O que motivou-me a escrever sem meias palavras.
Então, gostaria de agradecer ao irresponsável que fez a obra da ciclovia na Rua Vereador Alceu de Carvalho (Rua do canal do rio morto), no recreio dos Bandeirantes. Essa rua liga vargem pequena, vargem grande, Avenida das Américas e a praia.
Tenho certeza que a obra foi realizada com a melhor das intenções: facilitar o deslocamento dos trabalhadores e dos banhistas nos finais de semana levando-os até a praia. Porem quem avaliou o projeto deveria ter lutado pela realização da obra dentro das normas previstas, atendendo as recomendações das NBR, DNIT e BS (Bom Senso).
Não vou nem me ater ao fato de que a calçada não respeita praticamente nenhuma conduta quando a largura mínima, distância dos postes até a rua, inclinação para escoamento das águas e acesso aos cadeirantes. Mas o mínimo que deveria ser levado em consideração eram as condições de drenagem da pista.
A fim de explicar melhor a falha, fiz alguns desenhos em caráter ilustrativo. Anteriormente a obra, figura 01, a água escoava sobre o pavimento e saia pelas laterais, sabemos que é uma condição precária, porem era aceitável.
Na figura 02, podemos ver como ficou depois da obra. Nada a respeito da drenagem foi considerado, apenas colocaram um meio fio junto ao final da pista. Não foram feitos bueiros, bocas de lobo, nem ao menos uma misera sarjeta. Como conseqüência, a chuva toda que antes escoava para a grama, agora ficava em bolsões sobre a pista de rolagem, que alem de diminuir a vida útil do asfalto e dificultar o tráfego durante as chuvas obrigou a água infiltrar-se na junção mal feita entre o meio fio e pavimento.

Figura 02
Sendo assim, como mostra a figura 03, toda a água conduzida por um mesmo local, acarretando na criação de um bolsão água no solo inferior a pista, minando por completo a estabilidade da encosta.

Figura 03
E como conseqüência da obra executada, após algumas chuvas, a figura 04 mostrará o que ocorreu.

Figura 04
Por sorte, no momento do ocorrido ninguém passava no local, pois o mais provável seria se romper quando estivesse submetido a um carregamento, ou seja, quando um carro ou caminhão estivesse passando sobre a cratera.
Por fim, a obra que ecomonizou alguns metros cúbicos de concreto não fazendo uma sarjeta descente, agora deveria que arcar com contenção da encosta, novo aterro, nova estabilização e nova pavimentação. E quem pagará essa conta? O responsável?
Sabem por que obras de drenagem não são feitas? Pelo mesmo motivo que as obras de saneamento básico são deixadas de lado. Elas não são obras eleitoreiras: gastasse milhões nas obras de infra-estrutura e depois se enterra.
Obras de infra-estrutura são lembradas apenas quando não funcionam, ruas enchem, falta-se água, esgoto e luz.
O Rio de Janeiro antes de PAC, PAC 2, PAN, COPA precisa de muitas obras “invisíveis”.
Nova moda: Intervalado de Chuva
Aproveitando a deixa do nosso querido gordinho sobre a chuva, vou falar sobre uma novidade que vi (e sofri) hoje aqui em Vila Isabel.

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A novidade é essa brincadeira de ficar alternando em intervalos curtos chuva, sol e muito vento. Parece até treinamento físico de intervalado: 5 minutos de chuva, 5 de sol e 10 de rajadas de vento uivantes!
Numa dessas eu vou sair e pego o óculos de sol e o guarda-chuva, aí vira o meu pai e fala "Tu tá de brincadeira, né?". Fiquei com cara de idiota (eu sei, essa cara é a minha de sempre). Mas o pior é que eu nem me lembrei de olhar o relógio.
Não preciso dizer o porque do "sofri" lá em cima. Como eu não tinha olhado o relógio,não vi que faltava menos de 1 minuto para a próxima chuva, e também, não reparei que o camarada Vento estava começando a cansar no seu exercício e ficava um pouco para trás. O que aconteceu? Peguei um vento que quase me tirou do chão e uma chuva, que por causa do vento, veio de todos os lados!
Bom, esse foi mais um post de leitura rápida! Até.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Acreditem: Ontem eu fui do Recreio a Urca e voltei!

